Rute Costa deu grande importância à intervenção de António Pontes na sua carreira e também no que lhe significou enquanto desportista – ler primeira parte da entrevista. Sobre o treino específico e o cargo de treinador de guarda-redes, a guardiã do SC Braga tem uma opinião muito própria e enaltece que este deve ser “alguém que vive os sonhos dos seus atletas”, um toque que afirmou sentir no seu mentor.
Integrada no modelo de treino de guarda-redes do SC Braga sobre a batuta de Clemente Pimenta, Rute Costa não sentiu “qualquer dificuldade” em se adaptar ao sistema Bracarense. António Pontes “partilha algumas metodologias e ideologias de Jorge Vital”, mestre de todo o trabalho específico das balizas Bracarenses.
Noutra experiência, com Nuno Rafael na seleção, Rute Costa enalteceu que “tudo é mais intenso, desde ao tempo de reação, tempo de execução, tomada de decisão, intensidade ou potência. Também os modelos de jogo [do clube para a seleção] são diferentes. [Na seleção] trabalhamos as necessidades urgentes e o trabalho a longo prazo tem que ser realizado no clube”, concluiu.